
No dia 04/05/2010, o Jornal Tribuna de Indaiá publicou a seguinte nota na coluna “Dropes”:
Dinheiro…
Na segunda-feira retrasada, dia 26, o assessor de um bambambã da cidade foi até um dos bancos em torno da Praça Prudente de Moraes carregando uma caixa de papelão, daquelas onde se coloca papel sulfite. Dentro, nada menos do que R$ 1,2 milhão – em dinheiro, claro. Mal ele saiu da agência, um carro forte já estacionou e levou tudo. Muita grana, né?
…dá em árvore
Na mesma semana, outro assessor do mesmo bambambã comprou uma “casinha” em Campinas. Adivinhe por quanto? Exatos R$ 1,2 milhão. Veja bem: um assessor. Deve ser um dos mais bem remunerados da cidade. Por questões jurídicas, nem vou falar em que espécie de árvore dá este dinheiro.
A jornalista jogou a isca e não é incrível que o peixe engoliu com chumbada e tudo?! Pois é, segunda-feira (10/05/2010) o vereador Cebolinha (PDT), ao fazer uso da Palavra Livre declarou (e demonstrou que a história tinha fundamento):
“Semana passada houve uma comentário sobre um assessor (…). Não foi depositado R$ 1.200.000 em conta nenhuma. Foi depositado na conta desse, que está aqui (mostrando o documento) o contrato de compra e venda de um área de 20.000 m², no valor de R$ 700.000.”
Ainda, segundo Cebolinha, o pagamento foi feito em dinheiro.
Parece que o nobre edil e o “assessor” não perceberam a gravidade do fato. Como que um funcionário público usa o gabinete para negociar propriedades pessoais? Como esse mesmo assessor recebe um pagamento, nessa quantia, em dinheiro vivo? Ainda mais no local de trabalho e vai depositar na agência bancária da Prefeitura, que não possui segurança adequada para esse tipo de negociação. Será que ele nunca ouviu falar em cheque administrativo?!
Isso não é normal. Acho que as imagens de assessores de Brasília recebendo dinheiro vivo e o escândalo gerado não foram suficientes. O dinheiro pode ser limpo, com toda certeza, mas não sei se a população se convence disso. Deve-se cobar mais explicações do funcionário. Que aliás, não é “assessor”. É nada mais, nada menos que o secretário da Defesa Social, Alexandre Guedes Pinto, que cometeu uma imprudência sem tamanho (para dizer no mínimo). Um fato inédito na história de Indaiatuba.

Mais uma vez a esperteza, foi superada pela sabedoria e provou que nenhuma corrente é mais forte do que seu elo mais fraco. Rola um papo de que uma “grana grande” foi transferida de nossa cidade para a metrópole do lado, CAMPINAS. Quando o assunto chegou na Cãmara, caixa de ressonância dos assuntos municipais, causou alvoroço. Então o lider do Governo, foi explicar o fato e para apagar o fogo, jogou gasolina, pois não é bombeiro e nem tem treino para tal. Creio que agora será preciso esclarecer.
Olá Daniel…
Gostaria de pedir que vc me apoiasse numa tentativa… Entrei no site do CQC, naquele quadro “Proteste Já” e contei o absurdo ococrrido… Gostaria que vc, e outras pessoas também entrassem em contato com eles e pedissem que o pessoal do CQC venha investigar a origem desse denheiro… Nós, poucos cidadãos indaiatubanos que tomamos conhecimento de tais absurdos não podemos ficar em silêncio… Acho que talvez seja isso mesmo que nossos vereadores estejam querendo, aparecer na tv em rede nacional, guardando dinheiro não na meia, mas na caixinha…
Abraço…
Luciana, sempre mando e-mail para o CQC, mas eles nunca retornam… a única coisa que falaram de Indaiatuba foi um elogio ao pedágio. Falaram que em Indaiatuba o morador não paga pedágio, filmaram e tal. Só não explicaram que era no desvio.
Quanto à questão do secretário, creio que o MP pode cuidar disso melhor…
O CQC não deve ter respondido ainda pois deve estar escolhendo as milhares de merdas que ocorrem na cidade de Indaiatuba, e até agora não sabe nem por onde começar…rs
Só pode ser isto, não é possível.
[]‘s
Coincidentemente, estamos em um ano de eleições,se não vier explicações plausivas,destas pessoas ou destes nobres edis ao qual uma grande parte da população de Indaiatuba já está de saco cheio, eles vão acabar morrendo pela boca deles mesmo.