Há alguns dias, OFDS criticou o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Indaiatuba quando da eleição da nova diretoria, eleição esta que não teve a devida divulgação. No entanto, com o desenrolar dos fatos, parabeniza e reconhece o esforço da entidade, que deflagrou uma paralisação esta semana. O Rei não queria negociar? Pois bem, quem sabe agora, com uma greve, ele arranje um tempinho em sua agenda após a misteriosa viagem para a China.
A Prefeitura de Indaiatuba paga os piores salários de toda a RMC e também por isso oferece um dos piores serviços. Bom, o que dizer de uma cidade onde o Secretário da Saúde se vangloria por ter economizado R$ 2 milhões em 2009. Com já foi dito aqui, isso não é economia, é incompetência. Guarda dinheiro no banco enquanto faltam seringas para a campanha de vacinação, por exemplo.
Tratar o funcionalismo como cão é um modus operandi rotineiro desde que a monarquia foi instalada em Indaiautba, e lá se vão 13 anos. Desorganizados, os servidores não tinham força até então para negociar com o trator real. Quem sabe agora, com uma greve mordendo seu tornozelo, a majestade não mude de idéia? De uma coisa não restam dúvidas: a reza dos funcionários surtiu efeito. Amém.
PS: Para OFDS, os números de funcionários em greve não batem com os 300 que participam da manifestação de hoje em frente do Paço Municipal. Servidor consciente não aproveita greve para colar a bunda no sofá de casa, tem que protestar e participar das atividades junto com os colegas. Apenas se todos participarem ativamente, exceto os comissionados e os concursados que eram comissionados e foram efetivados em concursos sem lisura, o movimento será forte o bastante para obter benefícios para toda a categoria.
Cuidado com o que você lê, caro leitor. Principalmente se for uma propaganda reinaldista, que vem sempre com números e notícias gloriosas. Editada em diversos formatos: folheto, prestação de contas, outdoor, anúncios, entre outros.
Exemplos não faltam, como o anúncio do fechamento da cadeia feminina. Com direito a outdoores do deputado estadual Rogério Nogueira em terreno público, aclamando a conquista. Caso que está no Ministério Público. Logo depois, festejaram a construção de uma super-mega-maxi-bluster-delegacia no lugar da cadeia. Bem, ela foi fechada, o contrato foi assinado e até a agora as novas instalações da Polícia Cívil não passam de uma maquete virtual.
Recentemente, a assessoria de imprensa da Prefeitura, divulgou um release com o seguinte título: “Roubos e furtos de veículos caem mais de 48%, diz Secretaria Estadual de Segurança Pública“. Verdade, e aliás parabéns pelo feito. Principalmente à Guarda Municipal e Polícia Militar, aos guardas e soldados que trabalham todo dia, correndo risco, mesmo recebendo um salário de miséria do Município e Estado de SP.
O valor do seguro do meu carro vai cair. Mas a notícia ruim e que ninguém divulgou é que provavelmente precisarei de um seguro residencial. Pois é, enquanto o número de furtos e roubos a veículos despenca, cresce os assaltos a residências de nossa cidade. Me parece que os ladrões trocaram o seguimento de suas carreiras, estão preferindo casas a carros. Não é à toa, que roubos a residências subiram 25% e furtos 63,5%. Agora nossas casas são os alvos e dentro delas pode estar a nossa família. Pais, mães, filhos, filhas e até avôs à mercê de criminosos armados.
Disso ninguém fala, a assessoria não faz release ou qualquer tipo de material institucional.
Mas essa é só a primeira parte sobre a propaganda reinaldista nas terras de Indaiá. Em breve, publicaremos outros dados e fatos desse interessante tema, que, aliás, é impresso com o dinheiro do contribuinte, o nosso dinheiro.
Dados de roubos e furtos de residências referentes ao período de janeiro à abri de 2010: Rubens Queiróz.
Dinheiro…
Na segunda-feira retrasada, dia 26, o assessor de um bambambã da cidade foi até um dos bancos em torno da Praça Prudente de Moraes carregando uma caixa de papelão, daquelas onde se coloca papel sulfite. Dentro, nada menos do que R$ 1,2 milhão – em dinheiro, claro. Mal ele saiu da agência, um carro forte já estacionou e levou tudo. Muita grana, né?
…dá em árvore
Na mesma semana, outro assessor do mesmo bambambã comprou uma “casinha” em Campinas. Adivinhe por quanto? Exatos R$ 1,2 milhão. Veja bem: um assessor. Deve ser um dos mais bem remunerados da cidade. Por questões jurídicas, nem vou falar em que espécie de árvore dá este dinheiro.
A jornalista jogou a isca e não é incrível que o peixe engoliu com chumbada e tudo?! Pois é, segunda-feira (10/05/2010) o vereador Cebolinha (PDT), ao fazer uso da Palavra Livre declarou (e demonstrou que a história tinha fundamento):
“Semana passada houve uma comentário sobre um assessor (…). Não foi depositado R$ 1.200.000 em conta nenhuma. Foi depositado na conta desse, que está aqui (mostrando o documento) o contrato de compra e venda de um área de 20.000 m², no valor de R$ 700.000.”
Ainda, segundo Cebolinha, o pagamento foi feito em dinheiro.
Parece que o nobre edil e o “assessor” não perceberam a gravidade do fato. Como que um funcionário público usa o gabinete para negociar propriedades pessoais? Como esse mesmo assessor recebe um pagamento, nessa quantia, em dinheiro vivo? Ainda mais no local de trabalho e vai depositar na agência bancária da Prefeitura, que não possui segurança adequada para esse tipo de negociação. Será que ele nunca ouviu falar em cheque administrativo?!
Isso não é normal. Acho que as imagens de assessores de Brasília recebendo dinheiro vivo e o escândalo gerado não foram suficientes. O dinheiro pode ser limpo, com toda certeza, mas não sei se a população se convence disso. Deve-se cobar mais explicações do funcionário. Que aliás, não é “assessor”. É nada mais, nada menos que o secretário da Defesa Social, Alexandre Guedes Pinto, que cometeu uma imprudência sem tamanho (para dizer no mínimo). Um fato inédito na história de Indaiatuba.
A cada semana, o plenário Plenário Joab José Puccinelli da Câmara recebe mais pessoas nas sessões. Espero que continue assim, com a presença de mais e mais cidadãos. A presença do povo é fundamental no Legislativo, assim pode conferir a real atuação dos edis e avaliar quem merece (ou não) o seu voto.
Mas parece que a pressão popular não é agradável para alguns vereadores. Principalmente aos vinculados ao Rei. Na última semana o vereador Fábio “Moção” Conte (PSB) disse que não tem medo de vaia. Cebolinha (PDT) disse que não muda de opinião por aplausos ou vaias. Não sei quanto a você leitor, mas entendi quecontinuarão votando nas determinações do Rei, mesmo que a população presente pense o contrário.
Acho que a melhor resposta é que a população enchesse as sessões. A população presente e unida pode fazer essa legislatura funcionar melhor na pressão. Ou você acha que eles irão virar as costas e correr o risco de perderem votos nas próximas eleições.
Assista à sessão da Câmara, hoje às 19h00. Exercite sua cidadania! E, quando for necessário, proteste!
Caros vereadores: quem vai à sessão da Câmara é a população e não “público”, como alguns costumam dizer. Embora alguns edis achem que o povo é palhaço, a sessão não é peça de teatro, cinema ou circo. Ok?!
Minoria, oposição ‘à la Bilin’ faz o dever de casa e mostra a fragilidade técnica do reinaldismo em elaborar projetos, além de denunciar ‘casos de família’ na administração pública municipal
Sensacional a última sessão da Câmara Municipal de Indaiatuba. Pelo menos para quem não aguenta mais a patota do Rei. A oposição fez barba, cabelo e bigode agora com três vereadores - graças ao Rei, que decidiu medir forças com os edis apoiados pelo ex-prefeito José Onério. A minoria fez bonito e saiu aplaudida pelos cidadãos presentes à sessão. O serviço foi completo…
Agostinho Jr. (PPS) mostrou que, apesar de ser calouro no Legislativo e ainda não possuir uma oratória tão eloqüente, o que vale são os fatos. Apresentou um requerimento solicitando a relação de imóveis (e os proprietários) alugados pela Prefeitura. Algo perfeitamente comum para qualquer edil disposto a fiscalizar.
No entanto, ao subir à tribuna para pedir o voto favorável dos vereadores ao Requerimento nº 20/2010, mais uma bomba foi lançada sobre o pescoço do secretário de Saúde: Dr. José Roberto “Superávit” Destefenni. Agostinho afirmou e mostrou a escritura do imóvel, onde está instalado o CAPS II. Em nome da mãe de Destefenni, dona Ires Lopes Cruz Destefenni, que aliás, é tia de ninguém menos que o próprio Rei Lopes Cruz. Em Indaiatuba, é tudo em família.
Imóvel do CAPS II, que segundo o vereador Agostinho Jr. é da tia do Rei
Destedenni é o mesmo que faz análises gloriosas dos acontecimentos da saúde pública indaiatubana. Primeiro, afirmou que a pasta que comanda economizou R$ 2 milhões, depois falou que 28 médicos “não fazem falta”. Quero ver ele convencer a população que a saúde aqui é de 1º mundo, que tem remédios sobrando e atendimento de primeira.
Durante a fala de Agostinho, Dr. Chiaparine (PDT) tentou colocar panos quentes, talvez para que ele não citasse nomes, como você pode ver no vídeo acima. A tentativa foi em vão, ainda bem. Agostinho ainda citou que foram transgredidos os princípios da administração pública: IMPESSOALIDADE, MORALIDADE E LEGALIDADE. O fardo ficou pesado para a base reinaldista - esta havia rejeitado requerimentos polêmicos nas duas sessões anteriores - e a tropa do Rei acabou votando a favor do requerimento.
Logo depois, foi à votação os projetos de lei que autorizavam o convênio com o Governo Estadual, no programa “Pró Vicinais IV”. Semana passada a população contestou o fato do único projeto de pavimentação contemplar apenas a estrada Paulo de Tarso Souza Martins (aquela que começa na rotatória do corte do pedágio), e que está em perfeito estado. Nesta semana, o Executivo enviou outro projeto para votação, para variar de última hora e com pedido de urgência. Esse para a recuperação da estrada João Ceccon (Indaiatuba-Elias Fausto). A verdade é que o Rei quis evitar a emenda do vereador Linho, que na sessão anterior disse que incluiria a estrada no projeto.
O vereador Luiz Alberto Cebolinha (PDT) fez o seu discurso, falou que ia dar parâmetros técnicos - não foram nada técnicos ao meu ver, apenas o bom gogó do edil, mas tudo bem. Por sua vez, o vereador Linho (PT) distribuiu uma medição aos vereadores, onde contestou o real comprimento do trecho da estrada Paulo de Tarso. No projeto e documentos o trecho a ser ‘recuperado’ é de 5,8 km. Mas, segundo as medições do vereador, a estrada teria apenas 3 km - da rotatória no entroncamento com a Estrada do Sapezal até a Al. Antônio Ambiel. Cebolinha espantado, sacou o telefone e ligou para o secretário José Carlos Selone e foi se informar. “Aí sim, fomos surpreendidos novamente”, como lembrou a companheira Daniela.
Em sua avaliação, Linho considerou a situação da estrada Paulo de Tarso muito boa no trecho já asfaltado. E se o convênio fosse adequado às necessidades reais, poderia-se asfaltar apenas os 850 m da mesma e 1,6 km da Al. Antônio Ambiel que ainda é de terra. O que melhoraria a situação da comunidade de Helvetia, que sofre com a poeira, e criaria uma nova rota no desvio do pedágio, uma alternativa à Av. Windsor Park, aliviando o trânsito de quem desvia nos horários de pico. Veja o mapa no Google Maps.
Ainda assim, sobrariam 3,35 km, que poderiam ser aplicados em outras estradas, como a do Fogueteiro. Mas, fica um questionamento do OFDS: por que a Rod. Cônego Cyriaco Scaranello Pires (Indaiatuba - Monte Mor) foi deixada de lado e a administração preferiu indicar a estrada Paulo de Tarso que está em ótimas condições e apresenta apenas um pequeno trecho sem asfalto? No mínimo, incompetência.
Muitos moradores da estrada do Fogueteiro estiveram presentes na sessão. Agora é cobrar o prefeito para enviar um projeto de lei autorizando o convênio para asfaltar os 2,5 km da via, que já foi contemplada no programa de pavimentação. Cobrem uma solução, já que o Rei e seu irmão fizeram uma bela propaganda há mais de um ano (16/01/2009) e até agora nada. Se acontecer o mesmo que com o convênio firmado para construir a ‘super-hiper-maxi-mega-bluster-delegacia’, é melhor esperar sentado. Aliás, deitado. A saída é pressionar o prefeito e encher o plenário da Câmara nas sessões. Assim, também teriam a oportunidade de conhecer melhor como pensam e agem alguns edis, e na hora da eleição, com maior certeza, separar o joio do trigo.
Para finalizar a sessão com chave de ouro, o vereador Linho munido da legislação (entregue no início da sessão pelo OFDS), implodiu o projeto de lei dos vereadores Helton “Rua” Ribeiro e Fábio “Moção” Conte (PSB). Disse que votaria contrário, pois o objeto do PL não era de competência de vereador. Fábio subiu a tribuna visivelmente irritado, cobrou “lealdade” do colega (?!)* que poderia tê-lo avisado (ou seja, evitado constrangimento) e não deu aparte ao mesmo. Na palavra livre, o edil do PT, disse que não deveria cobrar “lealdade” dele, mas da assessoria jurídica do presidente da Câmara, que deixou o projeto passar voando até a votação. Se o vereador tivesse lido o artigo “Confirmado: assessoria jurídica do presidente da Câmara não serve para nada mesmo!” deste blog antes da sessão, não seria ‘pego de calças curtas’. E não para por aí. Um edil pediu vistas de 15 dias para um projeto, Chiaparine ia abrir a votação quando o vereador Linho alertou: “O regimento permite no máximo 10 dias”. Pronto! Mais uma vez, o jurídico dormindo na mesa…
(?!)* Fábio “Moção” Conte pede lealdade, mas votou contra o projeto da Tribuna Livre Popular e requerimentos que pediam informações sobre os funcionários da Prefeitura - todos de autoria de Linho. O edil Fábio parece não lembrar que é leal a seu senhor, o Rei. Seria melhor cobrar “lealdade” dele, ao invés de ficar “constrangido” e pedir o voto favorável dos colegas contra seu próprio PL.
Desde que mudei para cá, em 2006, venho vendo este asfalto se esfarelando.
Ligamos inúmeras vezes para a Prefeitura e depois de muitas tentativas a empresa responsável pela pavimentação do loteamento recuperou alguns trechos críticos, fizeram até um bom trabalho, mas volto a dizer “em alguns pontos críticos”. Estes pontos continuam bons até hoje, mas o restante…. bom, o restante continua um verdadeira paçoca que a cada dia que passa se pulveriza mais.
Cansado de reclamar e só ter como resposta uma infeliz placa da Prefeitura dizendo que o problema não era dela e sim de quem fez o loteamento, no começo desde ano resolvi agir. Procurei me informar sobre as leis que regem nosso Município e percebi que essa história não era bem assim, que a Prefeitura era sim, no mínimo, co-responsável por essa “paçoca” que fizeram aqui e resolvi por a “Boca no trombone”.
Foi neste período que a TVB me procurou e veiculou a matéria, denunciando o caso (veja aqui). No dia 8 de fevereiro eu e mais alguns moradores fomos até o gabinete falar com o Reinaldo e ele, como um “bom político”, nos fez sair de lá achando que tudo seria resolvido num piscar de olhos. Puro engano, como nós somos ingênuos!
De lá pra cá, o problema repecurtiu,várias matérias saíram num importante jornal local. Até que uma juíza determinou que a loteadora iniciasse as obras de repavimentação de todas as ruas do bairro num prazo de cinco dias a partir do recebimento da intimação, mas esses cinco dias já se transformaram em mais de quarenta e cinco e nada foi feito até agora.
Agora só nos resta o Ministério Público. Já estamos com um abaixo-assinado e toda a documentação pronta para entrarmos com uma representação. É uma pena que tenha chegado a esse ponto, eu acho que o ” Rei ” podia ter pego uma parte desses R$ 9 milhões que foram usados para recapear todas as ruas do centro da cidade e arredores, algumas desnecessárias em meu ponto de vista, e arrumado aqui e, depois sim, ver de quem é a culpa. Mas aqui “o Padre não passa” né. Só espero que ele não se esqueça que ainda temos duas armas importantes em nossas mãos: a informação e o voto!
Comentário OFDS: Em breve publicaremos um artigo sobre o tema, visto que outros bairros parecem sofrer do mesmo problema. No loteamento Bela Vista, a situação parece ainda pior. Definitivamente, a pavimentação em Indaiatuba é de péssima qualidade.
(…) a não ser engavetar projetos da oposição, enquanto deixa passar várias aberrações como o projeto que será votado hoje e vai contra resoluções do Conselho Nacional de Trânsito.
Hoje, às 19h, tem sessão da Câmara Municipal de Indaiatuba. Entre os projetos que serão votados está o PL nº 64/2010 dos vereadores Fábio “Moção” Conte e Helton “Rua” Ribeiro.
O referido projeto dispõe sobre “a obrigatoriedade das empresas que operam com bicicletas, ciclomotores e motocicletas na prestação de serviços de frete, cargas ou entregas rápidas o uso de colete com fitas refletivas na cor branca para funcionários que se utilizam desses veículos”. Mas um projeto que passou voando pelo juridículo do presidente Chiaparine.
De imediato, o projeto parece bom, pois preza pela segurança do trabalhador. E como versa sobre o trânsito, recorri ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e resoluções do Contran (Conselho Nacional de trânsito). Acontece que o PL vai contra as resoluções 219 e 251 do Contran. Estas já versam sobre o assunto.
Os vereadores não tem competência para legislar sobre o trânsito. E, além disso, pedem o uso de “fitas refletivas na cor branca”, enquanto a resolução diz “amarelo-esverdeado fluorescente”. Um pouco diferente né?! A resolução é tão mais completa que determina faixas refletivas em torno do baú e no capacete. A obrigação do empregador fornecer o equipamento ao funcionário já é prevista pela legislação trabalhista, uma vez que o uso do equipamento é obrigatório.
Colete Refletivo nos padrões do Contran
Aluguns fatos me deixam profundamente intrigado:
Como projetos como este passam pelo Jurídiculo da Câmara? O projeto foi protocolado em 13/04/2010, já estava na pauta no dia 19/04/2010 e foi aprovado pelas comissões na mesma velocidade. Estranho? Não, porque a presidência só procura um jeitinho de engavetar e rejeitar projetos da oposição, como os que buscam a transparência. O resto, o autor sendo governista, eles não devem nem ler. Fica evidente, mais uma vez, que esse departamento funciona exclusivamente para o interesse do presidente, Dr. Chiaparine, e do Rei.
Como o vereador Fábio “Moção” Conte não sabe disso e faz esse projeto, sendo ele o proprietário de uma loja que vende motos e afins?!
Para o edil Helton “Rua” Ribeiro é preciso dar uma colher-de-chá, pois depois do primeiro ano fazendo exclusivamente projetos para nomear ruas, ainda está aprendendo a legislar em benefício da população com projetos relevantes. No entanto, começou mal.
Se já existe a legislação (artigo 244 do CTB) desde julho de 2007, porque o Demutran não fiscaliza e coloca em prática a medida? Parece-me estranho os agentes municipais preferirem fiscalizar a Zona Azul da cidade, acompanhando as funcionárias da Tec-Pak.
Para resumir, a melhor atitude em relação ao projeto é a retirada do mesmo.
Na pesquisa, me deparei com uma boa matéria do Jornal Nacional (em 22/04/2010), sobre esse o assunto:
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