Publicado no Blog do Linho

Entenda o escândalo do BVA e o prejuízo dessa “aventura” financeira

A atual Administração aplicou R$ 53 milhões do povo numa aventura financeira, e a “aventura” chegou ao fim, pois o banco BVA faliu, e o nosso dinheiro está retido lá. Segundo a Administração, essa verba era proveniente de “superávit”. E diz isso como se não faltasse nada ao povo. Falta sim, e muito!!

Por esse motivo, preparei dois slides para você entender o que aconteceu e a gravidade do problema:

Entenda o escândalo do Banco BVA em Indaiatuba


O que poderia ser feito com os R$ 53 milhões



Comentário dOFDS:

Versão curta, rápida e ilustrativa do que aconteceu com o dinheiro que o Prefeito Reinaldo Nogueira colocou no BVA:

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Faltam poucos dias para as eleições municipais e, pedindo desculpas por termos nos ausentado por algum tempo, OFDS não poderia ficar calado nesse momento democrático, que é de relevante importância para todos os moradores de Indaiatuba: as ELEIÇÕES MUNICIPAIS.

Ao longo dos últimos anos, OFDS denunciou e combateu os desmando do Rei e da sua turma, bem como defendeu uma nova maneira de governar Indaiatuba, com transparência, respeito aos direitos de cidadania e, principalmente, zelo e seriedade na destinação e utilização das verbas e dos bens públicos.

Também é de conhecimento de todos que OFDS foi implacável na cobertura dos trabalhos dos vereadores da Câmara Municipal, exigindo um trabalho parlamentar de qualidade daqueles que foram eleitos. Infelizmente sabemos que a maioria dos atuais vereadores, ao longo do mandato, pouco fizeram, e menos ainda apresentaram um trabalho que justifique sua eleição, e, muito menos, sua reeleição.

O que as pessoas com senso crítico esperam e exigem dos vereadores é uma atuação propositiva e protagonista, com a elaboração de leis que signifiquem avanço na transparência, consulta à sociedade, prestação de contas e fiscalização sobre as ações do Prefeito.

Nesse sentido, questionamos: quais vereadores preencheram os requisitos defendidos pelOFDS?

A resposta a esse questionamento é altamente necessária nesse momento democrático e é definida pelo voto de cada um.

O OFDS tem lado: é o lado da Democracia, da conduta correta dos políticos e dos cidadãos.

Mas, infelizmente, muitos cidadãos ainda preferem receber um kit churrasco, gasolina, dentadura, botijão de gás e outras incontáveis formas de vender o voto. Mas você, que é um eleitor crítico, pode fazer a diferença.

Por isso, o OFDS, analisou os atos e conduta de cada vereador ao longo desse mandato, e concluiu que, de todos eles, aquele que mais se aproxima da defesa dos valores defendidos pelo OFDS é o vereador Linho.

Por esse motivo, emitimos essa Edição Extraordinária dOFDS para dizer da importância de termos o Linho novamente na Câmara Municipal, mas não pelo fato de o cara ser gente boa como ele é, por ser um ótimo contador de histórias, nem mesmo por ser professor de História, que a tantos ensinou e ensina por quase 30 anos. Não é por partilharmos da amizade dele, e sabermos do seu caráter e preocupação com todas as áreas de nossa cidade. Não, não é por ele ser um ferrenho defensor dos animais, e não apenas em época de eleição. Não, não é por nada disso.

É simplesmente pelo fato de que a Câmara de Indaiatuba precisa dele. Quem acompanha, ouve rádio, lê os jornais, usa twitter e facebook, sabe do que estamos falando. Quem não acompanha, pode avaliar o trabalho desenvolvido em seus mandatos como vereador e também suas propostas no site www.votelinho.com.br (isso sem falar de vários artigos dOFDS). Com ele, existe a certeza de que haverá debate sobre o destino de Indaiatuba, seja em qual área for. Ele sabe dialogar e não abre mão da ética no trato com a coisa pública. Não é à toa que  o único vereador que se opõe aos mandos e desmandos do Rei é o vereador mais atuante de Indaiatuba, como o seu slogan de campanha afirma.

Em razão de tudo isso, o OFDS recomenda Linho Vereador 13650, pessoa digna para receber o seu voto, caro eleitor.

E para Prefeito vote Alexandre Peres 13. Só de conversar com ele você vê a vontade de fazer mais por Indaiatuba. Servidor público de carreira no SAAE Indaiatuba, ótimo administrador, tem experiência e competência para Indaiatuba avançar.

Não é por nada, é por tudo que pedimos o seu voto para Linho 13650 e Alexandre Peres 13.

Nesses, temos certeza, você pode confiar!!!

Uma reunião que tinha como pauta as eleições municipais de 2012, ocorrida na noite da última quarta-feira, dia 17, no escritório político do ex-prefeito José Carlos Tonin, reuniu diversas lideranças políticas de oposição ao governo Reinaldo Nogueira.

Os representantes dos partidos presentes fecharam um acordo verbal para, independentemente do nome escolhido para prefeito, trabalharem a construção de um projeto alternativo para Indaiatuba e estarem juntos nas próximas eleições.

Os maiores partidos brasileiros estavam representados em âmbito municipal:

PT: a presidente do Diretório Municipal, Daniela Pelizzari, o vereador Carlos Alberto Rezende Lopes, o Linho, e diversos filiados;
PMDB: José Carlos Tonin (Ex-prefeito e deputado por 2 mandatos, membro das executivas estadual e municipal do PMDB) e Du Tonin;
PSDB: Irineu Ferraz (Presidente municipal do PSDB) e Ricardo Rangel (Vice-presidente municipal do PSDB)
DEM: Elísio dos Santos, o Café (Presidente municipal do DEM)
PV: António Jorge Trinca (pré-candidato a prefeito)
PSC: Rubinho (representando o presidente municipal do PSC, Adolfo Cheskys)
PC do B: Filé

O engenheiro Alexandre Peres (ex-superintendente do SAAE e pré-candidato a prefeito) também estava presente e assinou no evento sua ficha de desfiliação do PDT.

Foi apenas o primeiro passo, mas muito promissor.

Agora, o script previsto é: os pré-candidatos a prefeito e vereador vão visitar lideranças e convidá-las para embarcar neste projeto.

O que menos importa é o nome que vai encabeçar a chapa para prefeito, o que realmente interessa é que se ninguém ‘roer a corda’ ou usar o encontro para negociar com o Rei, a oposição vai estar mais forte do que nunca para governar Indaiatuba.

O assédio ‘real’ será forte e virá das mais variadas formas, principalmente, por alguns dos presentes na reunião já terem feito parte do grupo político que governa a cidade há 15 anos.

Muita coisa boa foi feita, mas ainda há muito o que se fazer. A união da oposição é a (única) luz no fim do túnel. Agora imagina o tempo de propaganda que terá uma coligação com PT-PMDB-PSDB-DEM-PV-PSC-PCdoB, apenas para citar os maiores partidos? Imaginou? Agora imagina o tempo do Rei com aquela sopa de letrinhas ‘miúdas’? Imaginou?  O Rei, que já não é muito bom pra discursar, vai ter que se virar como Enéas e colocar as barbas de molho …

Em 08 de Outubro de 2010, o Dep. Rogério Nogueira concedeu uma entrevista à rádio CBN Campinas.

Felizmente, ou infelizmente para ele, a entrevista permitiu a participação dos ouvintes. OFDS foi contemplado com duas perguntas. Uma sobre o pedágio e outra sobre as escutas onde o nome do Rei foi citado, supostamente, pedindo dinheiro para a campanha. Na primeira, utilizei o twitter dOFDS (@ofimdosilencio) e na outra o meu pessoal (@danielfatini).

O príncipe soltou uma pérola sobre o pedágio: “Isso é o que eu mais discuti durante a eleição”. Piada, né?! Ele nunca votou contra as concessões do Governo do Estado de São Paulo.

Tenho que agradecer, pois a resposta do deputado foi muito além do que eu gostaria. Abordou outros temas interessantes como: caminhões roubados encontrados na propriedade do Rei (assunto abordado na CPI dos Desmanches) e a citação do tapete vermelho.

Bela gaguejada na segunda resposta. A culpa é sempre da oposição.

Agora, uma perguntinha pertinente: quando o nobre deputado, iniciando o terceiro mandato, vai ganhar traquejo político? Meu Deus, o cara ainda age como um novato.



Editorial da Tribuna de Indaiá de ontem (01/03/2011):

É preciso saber a hora de recuar nas reivindicações do funcionalismo

O despreparo do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Indaiatuba em relação às negociações sobre a data-base é evidente. Talvez seja este o principal motivo da falta de adesão ao movimento de greve que se tentou deflagrar após o anúncio do percentual de reajuste oferecido pela administração.

Os primeiros sinais de que a discussão com a Prefeitura não seria frutífera foi a somatória de índices para se chegar ao aumento exigido pela categoria, algo totalmente fora da realidade em se tratando de serviço público.

Depois, o sindicato recuou, consultou um economista e chegou a um novo índice. Contudo, não soube explicar como chegou aos números apresentados. Para piorar, mostrou incapacidade de atuação e incluiu representante do Sindicato dos Metalúrgicos, que nada tem a ver com o funcionalismo, para participar da mesa de negociação.

Também parece equivocado exigir cartão-cesta de R$ 200 para todos os servidores, sendo que muitos já ganham suficientemente bem para receber mais este beneficio. Isso sem contar o pedido de redução da jornada de trabalho em um momento em que se deveria priorizar o enxugamento da máquina pública.

Estes fatos, aliado à demora do órgão em pedir a negociação da data-base, mostram que é necessário rever alguns posicionamentos, para evitar erros e constrangimentos futuros. Com a greve, o Sindicato se fortaleceu e foi reconhecido pela primeira vez na história da administração municipal. Os últimos acontecimentos, entretanto, estão minando as forças do órgão – prova disso é a debandada dos professores e guardas municipais – e colocando em xeque a capacidade de negociação dos servidores. Hora de recuar.

Caro leitor, OFDS vem por meio deste artigo esclarecer algumas informações conturbadas em relação às negociações dos servidores com a Prefeitura.

Que fique bem claro: OFDS estáao lado do servidor, seja ele filiado ao SSPMI,  Apeoesp ou não. O servidor tem todo direito de reivindicar melhores salários e condições de trabalho.

Acontece que OFDS não vai se iludir com algumas posições, no mínimo equivocadas, do SSPMI. Então, vamos a alguns pontos que devemos esclarecer:

1. O SSPMI não representa os professores da rede municipal, pois estes possuem carreira própria, sendo o magistério representado pela Apeoesp. Tanto é que a Procuradora do Trabalho de Campinas reconheceu e permitiu a participação dos representantes da Apeoesp como parte nas negociações.

2. Jaciara deu a última palavra autorizando a votação do Projeto de Lei da reestruturação. Muitas pessoas estavam presentes, inclusive alguns jornalistas.

3. O SSPMI, a Apeoesp e a Associação do Guardas Municipais aceitaram a votação da reestruturação e ignoraram as emendas propostas. Não vou entrar no mérito se gostaram ou não, mas o fato é que aceitaram. Depois de aprovado o Projeto de Lei, os presentes na sessão até bateram palmas.

No antigo anterior “Data-base: o servidor pode perder as esperanças“, afirmei e reafirmo: Jaciara não tem condições de negociar sozinha com a Prefeitura. E quando disse que ela iria sozinha à reunião, foi o que estava escrito em matéria jornalística do Jornal Tribuna de Indaia (veja aqui). Declaração da própria Jaciara Lages Dutra.

Quanto às reivindicação do sindicato, tenho minhas dúvidas.

O SSPMI pediu 14,35% de reajuste, que seriam a soma de dois índices: inflação + o percentual do crescimento do custo de vida, segundo o Dieese, no período de janeiro/2010 a fevereiro de 2011. Vamos à análise:

1. A data-base é uma revisão anual. Então por que usaram um período de 14 meses?

2. Como alguém soma dois índices do mesmo período? Não tem como, ou usa um ou outro, normalmente o maior. O ICV-DIEESE (Índice do Custo de Vida) é um índice usado para medir a inflação. Até a Wikipedia sabe disso, veja aqui.

3. Agora o número mudou. Algo em torno de 10%. E de onde vem o valor? Segundo Jaciara, dos cálculos de um economista que não quer se identificar. Piada, né?! Se ninguém assinar e embasar vai continuar parecendo história da carrocinha.

A Prefeitura, por sua vez apresentou, 3,51% de aumento. Segundo Núncio Lobo Costa e ‘Satamir’ Maurício Andrade, o número partiu do IPCA de outubro de 2010 a fevereiro de 2011. Segundo eles, o período do cálculo é contado a partir do acordo da reestruturação. Eu e você leitor, até podemos achar que é pouco, mas a linha de coerência é infinitamente melhor que a do sindicato.

O sindicato ainda pediu um aumento da cesta alimentação para todos. Que passaria de R$ 100 para R$ 200. Para OFDS, o aumento não tem que ser para todos, tem muito funcionário que recebe mais de R$ 5.000 de salário, e não precisa tanto de aumento quanto o servidor que recebe muito menos. É preciso se voltar para a base, para os mais simples.

No caso da solicitação da redução da jornada de trabalho, é uma grande piada. Engraçado é que o folheto do SSPMI não coloca os valores: redução de 40 horas por semana para 30 horas, 25% de redução. Essa é uma demanda que a população certamente não aceitará. O cidadão trabalha 44 hora por semana, e a redução para 40 horas não parece tão fácil. Luta que o Deputado Federal Vicentinho (PT) enfrenta há mais de 10 anos.

OFDS acha que os servidores precisam pensar muito bem sobre as atitudes a serem tomadas, principalmente em relação à paralisação. É evidente que os argumentos da Prefeitura são mais bem embasados. Imagina quando a questão chegar ao Judiciário, que irá pesar os seguintes itens:

1. Houve acordo em outubro de 2010;

2. O índice utilizado pela Prefeitura, o IPCA, é o mesmo utilizado pelo Governo Federal para o salário mínimo.;

3. Dobrar o valor da cesta vai ser difícil, sendo que quatro meses atrás houve aumento de 66%;

4. Reduzir a jornada de trabalho para 30 horas, então, nem se fala. É um ataque à moralidade e querer iludir o servidor, pois trata-se de proposta inviável, considerando que países de 1º mundo conseguiram chegar no máximo a 36 horas e as centrais sindicais brasileira lutam há muito tempo pela redução de 44 para 40 horas e até hoje não conseguiram implementá-la.

Nesses termos, uma greve terá de tudo para ser julgada abusiva. Os funcionários terão que voltar ao trabalho com uma mão na frente e outra atrás, e ainda terão os dias descontados em folha de pagamento.

Alguém se lembra quando os sindicatos falaram que os servidores podiam assinar o termo de adesão à reestruturação? Então, depois disso, o sindicato entrou com um pedido de liminar, no qual alegou que os servidores foram coagidos. Resultado: fumo!

Caro servidor, pense muito bem e apresente uma proposta coerente, com fundamento. Quem manda no sindicato é o trabalhador, a maioria, e não a diretoria.

Quem quiser ver o folheto do SSPMI, é só clicar aqui.

Ao ler a matéria de hoje (15/02/2011) do Jornal Tribuna de Indaiá, sobre a reunião entre Sindicato dos Servidores e Prefeitura, OFDS chegou a uma simples conclusão: o servidor pode perder as esperanças nessa negociação. Pelo menos, se esse for o quadro definitivo das negociação.

Irão participar da reunião: Jaciara Lages Dutra (Sindicato dos Servidores Públicos Municipais), Núncio Lobo Costa (Secretaria Municipal da Administração), ‘Satamir’ Maurício de Andrade (Secretaria Geral do Município) e integrantes da Secretaria de Negócios Jurídicos.

Desculpa a franqueza, mas alguém acha que o servidor está realmente representado?! Jaciara sozinha, contra Núncio, Samir e afins. Sinceramente, não vai dar nem para o cheiro.

Isso não é movimento sindical, pois caso contrário, a Apeoesp, outros integrantes do sindicato, e até mesmo servidores que representam diversas áreas do funcionalismo, e que não integram a diretoria do sindicato, participariam da reunião, algo que daria mais lisura ao processo. Alguém pode explicar a Jaciara, que ela e o sindicato que preside não representam os professores municipais?!

A última vez que Jaciara decidiu sozinha foi na votação do restruturação. Dia em que a Câmara estava vazia e os servidores que lutaram durante a greve não estavam presentes. Aliás, o aval para votação de última hora foi da própria Jaciara. Os vereadores Cebolinha e Dr.Chiaparine, depois de muita discussão com membros da Câmara e Executivo, perguntaram a ela se poderiam votar. A resposta foi “sim”.

É importante frisar que Jaciara, representantes da Apeoesp e da Associação da Guarda Municipal de Indaiatuba pediram para que as emendas propostas pelo vereador Linho não fossem apresentadas ao projeto de reestruturação. A presidente do sindicato, antes da aprovação do projeto, fez várias visitas aos gabinetes dos vereadores Cebolinha e Hélio Ribeiro. Estranho, né!? Pois os mesmos sempre defendem os interesses do Rei, e que por sinal, era quem não queria dar aumento para os servidores.

Os servidores municipais tem que refletir, pois, as vitórias conquistadas durante a greve, que obrigaram o Rei a dialogar, aconteceram durante um movimento coletivo, onde a participação dos servidores era constante nas passeatas, audiências no Ministério Público do Trabalho, reuniões com os vereadores e com o ápice na negociação na Prefeitura, onde duas figuras, um padre e um pastor, tiveram importância no diálogo e entendimento das partes.

E agora, como confiar numa reunião onde somente uma interlocutora dará a versão? Ainda mais, com boatos, de que Jaciara iria para algum partido da base do Rei nas próximas eleições?

Já tendo Rei, princípe e outros integrantes da realeza em Indaiatuba, e agora, tem gente brigando, e muito, para o papel de “bobo da corte”.

Observação: Mas OFDS acredita na participação de outros representantes sindicais na reunião.

Nos últimos anos, a Prefeitura de Indaiatuba vem cometendo atos que colocam em descrédito a atual administração. E se você, leitor, achava que viu tudo, um absurdo sem igual foi cometido nos últimos dias. O assunto teve cobertura de diversos seguimentos da mídia local.

O nosso odiado ‘querido’ Rei, nomeou um empresário morto – há dois anos – como membro do Conseg (Conselho Municipal de Segurança). Parece até história de novela, de Odorico Paraguaçu, no entanto, se assemelha mais a uma piada de mau gosto. De muito mau gosto, pois os familiares receberam a notícia com espanto, visto que, o nomeado morreu há dois anos, em 22/04/2008, vítima de câncer.

Segundo a publicação da Imprensa Oficial do Município, Santin foi indicado como representante da Aciai (Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Indaiatuba), mas a entidade nega qualquer indicação, e alega ainda que este nunca foi membro da associação.

Mas outros nomes indicados pelo conselho chamam a atenção, como por exemplo, o indicado da Subseção da OAB de Indaiatuba, Cleber Gomes de Castro. Como este pode representar, de fato, a sociedade civil, sendo que o mesmo é procurador do Município. Situação estranha, não?!

Tudo bem, entendemos que o Reinado está mal das pernas, perdendo a cada dia apoio na sociedade. Mas não encontrar o nome de alguém vivo para o Conseg já é demais, não é mesmo? Tanta gente pendurada na folha de pagamento da Prefeitura e que não dá as caras por lá e precisava passar por esse vexame?

O caso mostra bem a importância que a Segurança Pública tem para o Rei. Sem mais.

Você, caro leitor, já percebeu o quanto OFDS adora o vereador Bruno “en”Ganem (PV).  Até publicamos o texto “Por que questionamos tanto o vereador Bruno Ganem?” para demonstrar com argumentos coerentes que não se trata de uma mera perseguição pessoal. Perseguição política?! Depende, OFDS só gostaria que ele não fosse mais eleito, nunca mais, chega de bancar o inocente…

Mas parece que Ganem está cada vez mais cara de pau. Suas atitudes não refletem a imagem de político sério, que procura passar em suas ações de propaganda barata. De um tempo para cá, passou a fazer cafés da manhã na Câmara com “boca livre” (palavras do próprio vereador, veja aqui), com dinheiro público, promoções com sorteios de livros (veja aqui) e agora resolveu apelar para dinheiro em espécie.

Pois é, como se pode notar na imagem (ou aqui se preferir), o vereador não vê nenhum problema moral e/ou ético, em fazer promoção pessoal utilizando-se de $$$. Acho que o jovem edil precisava rever os conceitos de ética.

Com certeza o Dr. Chiaparine, o presidente da Câmara, não aprova essa atitude. Para OFDS, isso é uma falta grave, falta de decoro. Esse fato abre motivos para a perda do mandato. O Regimento da Câmara deve ser respeitado.

Alguém ainda acha que OFDS simplesmente persegue Ganem?! Diga sinceramente e reflita, o que esperar de um vereador que faz “boca livre” com dinheiro público, faz sorteios, dá dinheiro e anda sempre no cabresto do Rei?

Não é que além do IPVA, IPTU e outra série de boletos que lotam a caixa de correio, eis que surgiu um boleto de contribuição voluntária. Não bastasse pagar a taxa do lixo embutida, agora eles pedem ‘déilão’ para o tal do Funseg (Fundo Municipal de Segurança).

Mas espera aí. Se fosse voluntária, a população não poderia pagar quanto e quando quisesse?! Mas se o boleto não estivesse dentro do carnê não haveria a possibilidade de muitos cidadãos pagarem sem querer?!

A oposição já representou o caso no Ministério Público. No ofício, o vereador Carlos Alberto Rezende Lopes, o Linho (PT), alega que “a Segurança Pública é DEVER do Estado, conforme disposto no Art. 139 da Constituição do Estado de São Paulo” e que as verbas para tais serviços devem constar no Orçamento vigente – o que não é o caso.

Mais um ponto interessantíssimo. O Conseg (Conselho Municipal de Segurança) não deliberou sobre a questão. Pelo menos não em tempo hábil. A notícia da emissão do boleto é de 20/01/2010 (veja aqui). Através do Decreto N° 9.082 de 21 de Novembro de 2006 o referido Conselho foi constituído, sendo nomeados os seus membros por um período de dois (02) anos, com possibilidade de recondução por igual período. O que não aconteceu, sendo que o mandato daqueles conselheiros expirou em 23/11/2008.

O tal boleto de contribuição voluntária

E, somente agora, depois de enviar os boletos, o Prefeito fez novas nomeações e reconduções do Conselho, através do Decreto N° 10.977 de 23 de Dezembro de 2010, mas só publicado em 23/01/2011. Portando no período de 25/11/2008 a 22/01/2011 o conselho permaneceu inativo. Nesse sentido, como poderia tal Conselho decidir pela emissão de boleto de contribuição voluntária de R$ 10,00, para desenvolver atividades de segurança?

Porque só publicaram agora? Decreto secreto?

Impossível de responder. São coisas que só acontecem em Indaiatuba, no reino do Rei. O MP já foi avisado.

Mas a piada não pára por aí. Para quem pagar o tal boleto sem querer, a Prefeitura já deu a solução: é só preencher o protocolo. GENIAL!! Pense, você paga R$ 10,00, vai e faz um protocolo, que por acaso é cobrado em Indaiatuba, então paga mais R$ 8,00. Resultado, depois de receber o reembolso, você fica com um saldo de R$ 2,00.

É muita cara de pau do Rei, usar de um artifício sórdido e camuflado para arrumar uns trocados para a segurança. Talvez seja para encobrir a incompetência do princípe, que, como deputado, deveria intervir junto ao Governo Estadual para aparelhar as polícias Civil e Militar. O puxasaquismo do princípe não tem rendido nenhum fruto nessa área para Indaiatuba. E olha que ele está indo para o terceiro mandato de deputado. Quanta moral, hein, príncipe?

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